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Diagnóstico

Ferramentas

Calculadora de venda antecipada da produção

Travar o preço agora compensa, e quanto o contrato cobra dentro da base?

Dois lados da mesma decisão: o preço garantido contra a média de esperar, e o que o contrato cobra dentro da base.

Preencha o preço a termo e mais um campo. Preço esperado acende a comparação; futuro acende a base.

O preço por unidade que o comprador garante agora para entregar depois. Exemplo: 120 por saca.
Quanto você acha que a unidade vai valer no dia da entrega, se não travar nada. Exemplo: 127.
Por unidade, e só o que o contrato não cobre: juros sobre o dinheiro parado, armazenagem, perda. Exemplo: 6.
Por unidade, em torno do que você espera. Se 113 e 141 não te espantariam, o desvio é 14.
A base do contrato (opcional)
A cotação de bolsa do vencimento que cobre a sua entrega. Exemplo: 131.
Preço à vista menos futuro, na sua praça. Costuma ser negativa; escreva o sinal. Exemplo: −6.

A conta é feita no seu navegador. Não enviamos nem guardamos nenhum dado que você digita.

Sua comparação

Informe o preço a termo e mais um campo para ver a comparação. Com o preço esperado sai a diferença; com o futuro sai a base que o contrato embute.

Leve o relatório completo

A memória de cálculo com os seus números, os dois lados da comparação com a faixa desenhada, a base que o contrato embute e o que ela cobra, os cenários de preço na entrega e de custo de esperar, e as fontes, num relatório desenhado para guardar e levar para a conversa com o comprador.

ArtigoO que o preço a termo cobra por dentroPor que a oferta já vem com o serviço cobrado na base, por que a média de esperar não decide sozinha, e o que fazer com cada resultado. Com exemplo trabalhado e fontes.Leia o artigo completo

O comprador ligou com um preço que vale até o fim do dia. Coloque os dois lados na mesma tela: o preço garantido de um lado, a média de esperar com a faixa em volta do outro, e a base que a oferta embute embaixo. A conta é feita no seu navegador, e nada do que você digita sai daqui.

A oferta a termo de um comprador traz uma comissão que linha nenhuma nomeia, e a Kansas State University mediu essa comissão para o trigo do Kansas: de ofertas colhidas toda semana em dezoito armazéns, o custo de contratar a termo foi de cerca de 0,086 por bushel em 2002 a 2007 e 0,327 em 2008 a 2012, quando a base local ficou volátil.

A ferramenta lê essa comissão antes do preço, porque o encargo fica dentro da oferta e não ao lado, com as duas subtrações que o guia agmanager de contratos a termo expõe. Responde se travar agora vale o custo, não se o preço vai subir, que continua decisão de quem lê.